A gente sempre acreditou nisso por aqui, mas acho que a pandemia reforçou esse pensamento ainda mais: a importância de valorizar as pequenas coisas. Especialmente agora, as lembranças e pequenas recordações de momentos ao lado das pessoas que amamos ganharam um significado ainda mais especial, e por isso achei que seria importante criar um espaço para guardá-las em casa.

E foi assim que passei uma tarde de um final de semana, calmamente pintando e aproveitando para reviver e relembrar os momentos gravados nas polaroids e pequenos objetos que então guardei naquela caixa. Memórias de afeto são coisas poderosas, e é de aquecer o coração pensar que em breve estaremos vivendo tudo isso novamente. Estamos perto, falta pouco!


Como vocês guardam as memórias de vocês? Deixo vocês com essas imagens para, quem sabe, inspirar um DIY no final de semana.

Um beijo,

Sthe

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Quem nos segue no Instagram viu que neste final de semana estivemos rapidinho em Aracaju. Foram aproximadamente 7 horas numa viagem tranquila de carro saindo de Recife até a capital sergipana, tudo com calma, uma delícia!

Um dos poucos lugares que conseguimos visitar foi o Mercado Municipal. Eu amo mercados e feiras livres e nunca perco a oportunidade de visitá-las sempre que posso. Adorei o de Aracaju: super amplo, organizado, e com uma variedade imensa de sementes, frutas e pescados. Mas o ponto alto mesmo, para mim, foi o amendoim: super tradicional no estado, ele é cozido de forma que a casquinha ainda fica sequinha. É levemente salgado e completamente delicioso, e fácil de encontrar em qualquer lugar da cidade. Durante todo o final de semana eu comi praticamente um quilo desse amendoim, sem exageros.

Por conta da pandemia, não conseguimos visitar muitos pontos - praticamente passeamos pela cidade de carro, parando poucas vezes. Não consegui nem fotografar tanto quanto gostaria, mas tenho certeza de que haverão outras oportunidades. Mesmo assim, adorei poder experimentar comidas diferentes, como o beiju molhado e o mingau de puba, mas desses eu vou ficar devendo foto (foi tão rapidinho que nem registrei!).

De toda forma, quis deixar esses registros aqui porque achei que eles tinham tudo a ver com nossa hashtag #FeitoNoNordesteDoBrasil. Não vejo a hora de a vacina chegar para podermos visitar ainda mais coisas, com mais tranquilidade, e poder trocar essas experiências com vocês aqui.


Até breve,

Sthe




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Algumas semanas atrás, durante uma reunião de pauta da equipe, a gente percebeu que os detalhes sobre a nossa marca não eram tão claros quanto a gente imaginava. Às vezes temos tantas informações para passar que a maioria dos detalhes acaba se perdendo em meio ao ruído das redes sociais, e havia um em especial que a gente não queria que perdesse seu valor: nossas origens.

Todos os dias recebemos diversas mensagens de pessoas nos perguntando sobre o nosso frete. Ao fazer o cálculo, percebemos que algumas delas se espantavam ao saber que não estamos no eixo Rio - São Paulo. E até entendemos o espanto, já que a quantidade de marcas feitas no Sudeste é maior, assim como a publicidade e a visibilidade sobre elas. São muitos fatores que fazem com que isso aconteça, muitos deles além do nosso alcance (como as grandes diferenças econômicas que existem no nosso país!), mas foi aí que percebemos que cabia a nós falar cada vez mais alto, no espaço que tivermos, que somos Feitos No Nordeste do Brasil. E assim surgiu nossa campanha, que também virou hashtag e todo um conjunto de conteúdos que estamos preparando para valorizar ainda mais o que vem da nossa região.

Para começar, subimos a BR 232 rumo a Gravatá e aproveitamos a diversidade de barracas de frutas para fazer os primeiros cliques da nossa campanha. São essas fotos que hoje vocês veem aqui, na página inicial do nosso site, no feed e também em alguns anúncios que já estão rodando no Instagram e no Facebook. Não é muito difícil se inspirar por tantas cores, cheiros e texturas, e acho que também não há palavras que definam tão bem o que o Nordeste tem a oferecer.

Cor. Cheiros. Texturas. De tudo um pouco. Diverso, muito além de estereótipos, vamos do gibão à joalheria minimalista com a mesma naturalidade que o mar quando quebra nas costas das nossas praias. E é isso que a gente quer mostrar, com aquele olhar que só os locais são capazes de ter, abrindo as portas da nossa casa, passando um cafezinho e oferecendo uma fatia de bolo de rolo. Chega mais, pode entrar. Vem com a gente?


Fotografia: Sthefany Passos . Todos os direitos reservados.

#FeitoNoNordesteDoBrasil

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